Estamos vivenciando um grande embate entre a educação sobre gênero nas escolas e os parlamentares municipais e estaduais em todos os parlamentos nacionais. Mas a que se deve essa resistência dos parlamentares e de alguns setores da sociedade em se levar para escola um tema de tão grande relevância social e humanitária?
Começamos pelo desconhecimento sobre o que é o debate de gênero. A grande maioria pensa que se trata de ensinar homossexualismo na sala de aula.
O desconhecimento leva ao medo e ao preconceito para uma temática que nada tem a ver com o achismo parlamentar.
Os parlamentares não se informam cientifica e tecnicamente sobre os temas que lhes são levados ao debate na elaboração das leis. São despreparados sobre ciência política, sobre gestão pública e sobre a infinidade de temas de relevância social que se deparam no dia a dia, tais como tributação e orçamentos público, meio ambiente, educação infantil, direitos humanos, enfim, estão desinformados tecnicamente sobre quase tudo.
O irônico é que nós cidadãos pagamos caro por isso. Pagamos pelo retrocesso e pelo salário de dezenas de assessores que não assessoram porque também não fazem o seu trabalho com qualificação técnica uma vez que ocupam cargos comissionados de escolha meramente politiqueira visando o próximo pleito. Ou seja, nós bancamos diretamente as campanhas eleitorais dos parlamentares através de seus funcionários diretos.
Mas o triste na temática de gênero é que nós mulheres, maioria do eleitorado, continuamos sem o respeito aos nossos direitos humanos porque falar de gênero é proibido no âmbito escolar. Na escola não se pode ensinar que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações; que não se pode bater em mulher porque ela merece respeito a sua integridade física e moral; que discriminar a coleguinha do sexo feminino é desumano; que todo ser humano deve ser tratado com igualdade e respeito, independente da sua opção sexual no futuro.
O processo legislativo nesse tema não evolui porque há uma desinformação generalizada, aliada a questões religiosas de pano de fundo, que atravancam o processo evolutivo, assim como em muitos temas que precisaram ser judicializados para o Supremo Tribunal Federal bater o martelo neste ou naquele sentido.
Até quando teremos parlamentares leigos e divorciados da qualificação necessária para bem representar a sociedade e seu desejo de melhoras? Até quando as casas parlamentares irão ignorar os seus servidores de carreira que são técnicos na hora de redigir, elaborar e votar as leis?
O devido processo legislativo não é somente mais uma cadeira acadêmica na faculdade, ele tem função social para todos os brasileiros, que infelizmente o desconhece e ignoram sua relevância na construção da democracia e de uma sociedade com justiça para todos em todos os níveis.
Desejo imensamente que as pessoas se informem nos inúmeros artigos científicos existentes sobre gênero na internet e tomem uma posição de se manifestar em favor da preservação da igualdade na raça humana através da igualdade entre a maioria e as minorias.
Ver o outro com olhos de humano para humano é a chave para uma sociedade e um país mais igualitários.
Começamos pelo desconhecimento sobre o que é o debate de gênero. A grande maioria pensa que se trata de ensinar homossexualismo na sala de aula.
O desconhecimento leva ao medo e ao preconceito para uma temática que nada tem a ver com o achismo parlamentar.
Os parlamentares não se informam cientifica e tecnicamente sobre os temas que lhes são levados ao debate na elaboração das leis. São despreparados sobre ciência política, sobre gestão pública e sobre a infinidade de temas de relevância social que se deparam no dia a dia, tais como tributação e orçamentos público, meio ambiente, educação infantil, direitos humanos, enfim, estão desinformados tecnicamente sobre quase tudo.
O irônico é que nós cidadãos pagamos caro por isso. Pagamos pelo retrocesso e pelo salário de dezenas de assessores que não assessoram porque também não fazem o seu trabalho com qualificação técnica uma vez que ocupam cargos comissionados de escolha meramente politiqueira visando o próximo pleito. Ou seja, nós bancamos diretamente as campanhas eleitorais dos parlamentares através de seus funcionários diretos.
Mas o triste na temática de gênero é que nós mulheres, maioria do eleitorado, continuamos sem o respeito aos nossos direitos humanos porque falar de gênero é proibido no âmbito escolar. Na escola não se pode ensinar que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações; que não se pode bater em mulher porque ela merece respeito a sua integridade física e moral; que discriminar a coleguinha do sexo feminino é desumano; que todo ser humano deve ser tratado com igualdade e respeito, independente da sua opção sexual no futuro.
O processo legislativo nesse tema não evolui porque há uma desinformação generalizada, aliada a questões religiosas de pano de fundo, que atravancam o processo evolutivo, assim como em muitos temas que precisaram ser judicializados para o Supremo Tribunal Federal bater o martelo neste ou naquele sentido.
Até quando teremos parlamentares leigos e divorciados da qualificação necessária para bem representar a sociedade e seu desejo de melhoras? Até quando as casas parlamentares irão ignorar os seus servidores de carreira que são técnicos na hora de redigir, elaborar e votar as leis?
O devido processo legislativo não é somente mais uma cadeira acadêmica na faculdade, ele tem função social para todos os brasileiros, que infelizmente o desconhece e ignoram sua relevância na construção da democracia e de uma sociedade com justiça para todos em todos os níveis.
Desejo imensamente que as pessoas se informem nos inúmeros artigos científicos existentes sobre gênero na internet e tomem uma posição de se manifestar em favor da preservação da igualdade na raça humana através da igualdade entre a maioria e as minorias.
Ver o outro com olhos de humano para humano é a chave para uma sociedade e um país mais igualitários.